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18/05/2013 15h41 - Solenidade

Júlia Arruda homenageia Ministra do STJ com título de cidadã natalense


Foto: Elpídio Júnior
A vereadora Júlia Arruda realizou nesta sexta-feira(17) a entrega oficial do título de Cidadã Natalense à Ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon. A cerimônia aconteceu no auditório da Justiça Federal, quando a magistrada participou do Seminário Jurídico - 10 Anos de Defensoria Pública no Rio Grande do Norte. 
 
Júlia Arruda propôs o título em 2012, por meio do Decreto Legislativo N.: 01064, o qual foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal. Em seu discurso, discorreu sobre a trajetória da ministra e destacou a “rebeldia para o bem” da homenageada.
 
“Ela integra uma geração de magistrados que têm transformada a Justiça do país, tornando-a mais transparente na medida em que luta contra a corrupção e em favor de sua democratização. Fiscalizou tribunais de boa parte do Brasil, inclusive do Rio Grande do Norte”, lembrou a vereadora sobre a atuação de Eliana Calmon como corregedora do Conselho Nacional de Justiça.
 
De acordo com a parlamentar, ainda em seu pronunciamento, a jurista “abriu um clarão de esperança na garantia dos direitos de homens e mulheres que compõem o rosto da multidão nacional sem voz”, fato que foi reafirmado pela fala da própria Eliana Calmon, na ocasião de sua palestra na mesma tarde.
 
Detentora de um currículo extenso, Eliana Calmon Alves ocupa cadeira no Superior Tribunal de Justiça desde junho de 1999. Foi corregedora nacional do Conselho Nacional de Justiça entre 2010 e 2012 e ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral entre 2008 e 2010.
 
Natural de Salvador, ela é bacharelada em Direito e com especialização em Processo pela Universidade Federal da Bahia. Em Natal, a ministra do STJ foi professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte por quatro anos na década de 70.
 
Além disso, tem fiscalizado o Poder Judiciário em todo o Brasil, inclusive no Rio Grande do Norte. Uma de suas contribuições mais recentes e relevantes foi durante a Operação Judas, que investigou desvios de recursos do pagamento de precatórios no TJRN.